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ORVIL - O Livro secreto do Exército

ORVIL - O Livro secreto do Exército
DETALHES DO PRODUTO

Origem: NACIONAL

Editora: EDITORA SCHOBA

Edição: 1

Encadernação: BROCHURA

Altura: 23,00 cm

Largura: 16,00 cm

Peso: 1,46 kg

Páginas: 925

Sinopse

O movimento armado de 31 de março de 1964, que depôs João Goulart do cargo de Presidente da República, impediu um golpe que os comunistas planejavam desencadear naquela conjuntura que julgavam oportuna, em face dos desmandos de toda ordem, sobretudo políticos e econômicos, bem como da falta de autoridade que o País mal suportava. Salomão Malina, antigo Secretário-Geral do Partido Comunista Brasileiro, em entrevista à imprensa, reconheceu que setores do PCB, com a aprovação de Luiz Carlos Prestes, conspiravam com aquele propósito, por isso que, ardilosamente, iriam aproveitar-se do clima de agitação reinante, na maior parte, provocado pelo próprio governo. O Brasil caminhava, aceleradamente, para um desfecho imprevisível, em virtude do ambiente de desordem generalizada que se agravara a partir de 1961. Entretanto, os golpistas do “partidão” e seus aliados, mais uma vez, como já acontecera em investidas anteriores, que a história registra m cores fortes, não souberam identificar, na sociedade, a inquestionável repulsa a seus intentos de subversão da ordem e extremada violência. Dessa forma, entende-se o movimento armado de 31 de março, sem qualquer dúvida, como uma contrarrevolução que veio em socorro do povo brasileiro ameaçado seriamente pela baderna e pelo caos. Hoje, os integrantes da frente de esquerda, que se apresenta solidamente enquistada no Poder, fiéis doutrinariamente à máxima de que os fins justificam os meios, voltam-se, especialmente para as novas gerações, cujas mentes buscam envenenar com argumentação falaciosa, repetida à exaustão. Servem-se, largamente, de inocentes úteis, de vítimas da ignorância e de mentes corrompidas. Seus sequazes incentivam revisões da história que passam a narrar de forma distorcida, onde preponderam a mentira e a felonia. Nos postos de mando alinham-se, despudoradamente, terroristas, sequestradores, assaltantes de banco, criminosos todos, que se locupletam gulosamente de bolsas fartamente endinheiradas. Mas, o que é sumamente grave, novas urdiduras estão em marcha acelerada, pois a partir dos anos 1980, a revolução comunista no Brasil ganhou uma nova vertente inspirada na revolução gramsciana de transição para o socialismo. Sua convivência com pensamento e a práxis política marxista-leninista de alguns partidos caracteriza uma postura tática de pluralismo das esquerdas. O êxito, já alcançado na penetração intelectual e moral do corpo social, é inegável. Chega a um estágio que se teme possa ser irreversível. Gen. Aricildes de Moraes Motta

Licio Maciel

Nascido em junho de 1930, em Maceió, Ten Cel Ref EB Licio Augusto Ribeiro Maciel serviu no 3o GACav75, em Alegrete, Rio Grande do Sul, faixa de fronteira. Aspirante da Arma de Artilharia, em novembro de 1952, também prestou exames para a Escola de Paraquedistas do Exército, como 2º Ten, onde permaneceu até 1960, realizando cinco cursos: 54/4 Básico (primeiro lugar), 54/2 Mestre de Salto, 55/1, Precursor 55/1, 1/57 Operações Especiais (Pioneiro). Em 1960, prestou exames para a Escola Técnica do Exército, tendo se formado em Engenharia de Comunicações, em 1963, pelo Instituto Militar de Engenharia, indo servir em Mato Grosso, 9ª RM. Já em 1968, foi nomeado para o Gab MinEx / CIE / ADF, além de ser agraciado com a Medalha do Pacificador com Palma, em outubro de 1972. Em fevereiro de 1974, foi transferido para o Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento, Rio de Janeiro, onde chefiou o Centro de Pesquisa de Eletrônica. O autor, pai de três filhos e avô de sete netos, foi nomeado, em julho de 1975, para a CMBW (Comissão Militar Brasileira em Washington, DC), de onde retornou, depois de três anos, tendo sido classificado no Serviço Rádio da 1ªRM, no Rio. Transferido para a Reserva, trabalhou na Zona Franca de Manaus e em São Paulo. Até 1985 trabalhou em várias firmas, inclusive no exterior. Daí em diante, dedicou-se ao Magistério e atividades de Informática.

José Conegundes Nascimento

Carioca, nascido em 1933, passou infância e juventude no bairro de Botafogo, tendo estudado no Colégio Otatti no mesmo bairro, onde terminou o curso Científico da época, dedicando-se à parte técnico-científica, eletrônica e eletromagnetismo (rádio transmissão e recepção), que se constituiu em sua pri- meira profissão. É rádio-amador desde cedo, sendo bastante operante na ClasseA. Casou-se em 1954 e ficou viúvo 46 anos depois. Fruto de um casamento feliz e profícuo, que resultou em três filhos, duas netas e dois bisnetos, todos nascidos e criados em Brasília. Ingressou no Exército, no Regimento Escola de Infantaria (REI), Deodoro, Rio de Janeiro. Com a transferência da Capital Federal para Brasília, foi classificado no Gabinete do Ministro do Exército, daí passando para o recém-criado Centro de Informações (CIE/ADF), onde teve atuação destacada, tendo sido agraciado com a Medalha do Pacificador com Palma, como uma homenagem especial do Exército, por haver se distinguido no cumprimento do dever, por atos de abnegação, coragem e bravura, com risco da própria vida, medalha entregue em solenidade pelo próprio Ministro do Exército, General Orlando Geisel. Dentre outras, foi condecorado com a Medalha da Ordem do Mérito Militar, no grau de Cavaleiro. Além de ter servido no Conselho de Segurança Nacional, José Nascimento é piloto civil, formado no Aeroclube de Luziânia, GO, e Mestre de Navegação Costeira (Departamento de Portos e Costa).

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